Acupuntura na neuropatia pós quimioterapia
- Izumi Kurata
- 27 de fev. de 2022
- 1 min de leitura
Atualizado: 21 de jul. de 2024
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Cerca de 30 a 40% dos pacientes com câncer são submetidos ao tratamento com agentes que sabidamente causam lesão dos nervos periféricos.
Como exemplo de quimioterápicos indutores de neuropatia periférica temos o bortezomibe, os taxanos, os derivados da platina, os alcaloides e a talidomida. Cada um deles causa lesão por mecanismos diferentes.
Com o seu uso, os pacientes podem apresentar parestesias (formigamento, sensação de queimação), hiperalgesia (sensibilidade exagerada à dor) ou alodinea (sensação de dor a um estímulo que normalmente não causa a dor), além de diminuição da atividade física.
Alguns pacientes apresentam alterações motoras, como não conseguir segurar objetos e não conseguir realizar as atividades diárias. Outros chegam a ter que interromper a quimioterapia ou ter sua dose diminuída por causa dos efeitos colaterais, diminuindo a eficácia do tratamento do câncer.
Ainda não está claro o exato mecanismo de ação da acupuntura na neuropatia periférica induzida pela quimioterapia, porém a acupuntura pode efetivamente aliviar a dor e reduzir a limitação funcional.
Chien TJ; Liu CY; Fang CJ; Kou CY. – The efficacy of acupuncture in chemotherapy-induced peripheral neuropathy: systematic review and meta-analysis. Integrative Cancer Therapies (18):1-10.



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